cosméticos

Abrindo a Glambox de fevereiro - Edição de 3 anos

24.2.15


Oi oi gente! O post de hoje é com o vídeo abrindo minha última Glambox, a edição de fevereiro que é a comemorativa de três anos. Aperta o play para conferir os produtos, o que achei e porque cancelei a minha assinatura.


Produtos (lembrando que nem todos os links que ponho aqui, eu conheço. Tento sempre por os mais confiáveis, mas nem sempre acho os oficiais, então não me responsabilizo por compras feitas por eles):

Leave-in Protector Agilise Cosméticos (não veio descrito como full size, então creio que seja uma miniatura);
Perfume Guess Girl (amostra);



O batom que usei no vídeo é o "bailarina" da Dailus. E aí, o que acharam? Deixem as opiniões nos comentários!
viagem

Viagem para São Paulo 1ª parte - Liberdade

21.2.15
Oi oi galera! Mil desculpas pelo atraso nas postagens! É que estava de férias e viajei para SP. Além disso, quando voltei, tive uns problemas pessoais e acabei não conseguindo postar também. =\ Maaasss, antes tarde do que nunca! rs. Um mês depois da última postagem, cá estou eu para lhes contar sobre minha experiência viajando sozinha. Para não ficar muito cansativo, optei por dividir a viagem em dois posts: um sobre a Liberdade e outro sobre Santos. Não gravei vlog pelo medo que fiquei de filmar pelas ruas de SP sozinha, mas é como se fosse porque documentei em fotos rs. 

Eu enrolei bastante para viajar nas férias, pois estava na dúvida se iria ou não devido à grana curta e à falta de companhia (namoradão estava com umas questões a serem resolvidas aqui no RJ e não poderia ir comigo). E também não sabia se ia visitar a família em Santa Catarina ou ia visitar minha tia em Santos (SP) e conhecer a Liberdade. Por motivos de "força$ maiore$", optei pela segunda alternativa.

Monumento logo na Praça da Liberdade, bem acima da saída do metrô
Eu tinha muita vontade de conhecer a Liberdade (bairro japonês de São Paulo). Então, ao invés de ir direto para Santos (seria muito mais fácil e cômodo), decidi me aventurar por São Paulo. Optei por ir de ônibus ao invés de avião por dois motivos muito simples: a passagem de ônibus estava mais barata (e não varia tanto de acordo com a data como a do avião) e porque a estação de metrô é dentro da rodoviária e eu imaginei que seria muito mais fácil me locomover de metrô já que não tem que se preocupar com ponto, trânsito etc. (no caso do aeroporto, teria que pegar um ônibus para chegar no metrô e eu fiquei morrendo de medo de me perder rs).

Eu peguei o ônibus aqui em Niterói (RJ) às 23:40, com previsão de chegada em SP por volta das 6h. Ia poder dormir durante a viagem, tomar café e escovar os dentes na rodoviária, fazer uma horinha e depois partir de metrô para a Liberdade. E aqui veio o primeiro imprevisto: além de eu não ter conseguido dormir direito, mesmo sendo "leito" (que na verdade não deitou direito! o leito da 1001 é ruim. Voltei de Util e o leito deitava de verdade, bem melhor),o ônibus chegou bem mais cedo, quase uma hora antes e eu fiquei mofando na rodoviária rs. Então pensem bem antes de fazer isso. Eu estava cansada e com sono (pois não dormi), sozinha (nem podia cochilar lá com medo de ser roubada) e tendo que ficar um tempão à toa. Por sorte, levei um livro. Mas melhor se programar já contando com imprevistos.

Eu não tinha muita certeza se o comércio da Liberdade abria às 8h ou às 9h. Fui para lá pensando em ser às 8h e quebrei a cara! Tava tudo fechado, exceto a Bakery Itikiri (Rua dos Estudantes, 24), uma padaria com coisas bem gostosinhas. Fui fazer hora lá, mas como tinha tomado café na rodoviária, estava sem fome e só tomei um chá gelado (porque para ficar lá dentro tem que consumir #ficaadica).

Fazendo hora na padaria. Não curti muito esse chá não rs
Assim que deu 9h, saí e comecei a procurar os lugares que marquei no roteiro (fiz um com as lojas e lugares que queria conhecer, assim não ficaria tão perdida). Antes de fazer o roteiro pelos comércios, tive que parar para tirar a clássica foto da rua com as lanterninhas japonesas tão charmosas nos postes do bairro. Aliás, a gente só sabe que ainda está no bairro, em alguns trechos, por causa delas rs. Não achei que o bairro fosse tão grande e já adianto que não conheci nem a metade dele, pois só tive um dia para explorá-lo, pois tive que ir para Santos no mesmo dia.


O foco automático dessa câmera é horrível, então vocês verão algumas fotos fora de foco rs. Óculos escuros disfarçando a cara de sono e a falta de maquiagem hehehe
Comecei visitando as lojas mais próximas à estação do metrô. O primeiro lugar que entrei foi na Revistaria e Livraria Sol (Praça da Liberdade, 153) que vende praticamente só exemplares em japonês. Achei só uma prateleira com coisas em português. Bem legal de conhecer, mas como eu não falo japonês, não comprei nada rs.


Logo em seguida, corri para a Ikesaki (Av. da Liberdade, 146 - loja nova) que é considerada a "meca da beleza" rs. Têm duas lojas no bairro. Essa da foto é a nova, mas tem uma mais antiga na Rua Galvão Bueno, 37. Entrei nela depois também, mas como já tinha visto a outra, não me empolguei tanto rs.


Lá é muito grande e tem muita coisa de cosméticos, produtos para cabelo, unhas etc. Mas apesar de ter gostado de conhecer, não me empolguei tanto com os produtos quanto achei que fosse. Os preços são bem similares ao do Rio (algumas coisas até mais caras) e não tinha nada lá que eu já não conhecesse, então acabei saindo só com um reparador de pontas e um pincel para nail art (esse realmente estava muito mais barato do que costumo achar por aqui).

Dentro da Ikesaki. Tirei poucas fotos dentro dos lugares, pois senti que as pessoas lá estranham isso um pouco e na verdade parecem não gostar muito quando tiramos fotos =\
Andar só de coisas para as unhas. Muuuitooos esmaltes hehehe
Depois fui na Ludovicus (Praça da Liberdade, 98), que também vende maquiagem e coisas do tipo. Tem uma variedade absurda de cílios postiços! Eu que não consigo usar isso ainda, saí de lá sem comprar nada.


Em seguida, fui para a Lucky Cat (Praça da Liberdade, 145) e essa foi a loja em que fiquei mais maluca! Sério, eu queria levar a loja toda! Se eu tivesse grana para tal e uns dois carregadores pelo menos (uauhahuuah), eu tinha feito um estrago lá. Pensem numa loja com as coisas mais fofas do mundo de decoração, presentes e papelaria. Não tinha como não apaixonar! Mas me controlei e comprei lá apenas uma kokeshi (aquela bonequinha japonesa fofinha, que não tem braços nem pernas, lembra uma gueixa sabe? Não sei exatamente o significado dela, mas comprei para decorar o quarto). Gostei mais dessa do que da Fancy Goods (Rua Galvão Bueno, 224) que também é bonitinha, mas praticamente se resume aos produtos da marca Uat!, que eu já conhecia aqui do RJ, então me desapontou um pouco.


Também me acabei no Azuki-Ya (Rua Galvão Bueno, 16) que é um mercado, onde comprei um monte de guloseimas japa que estava mega curiosa para experimentar hehehe. Bom, eu não tirei fotos de todas as lojas que visitei, porque fui em mais de 13! Se eu fosse por a foto de todas, ia ficar ainda mais enorme o post. Mas caso alguém se interesse, segui esse roteiro aqui. Só acrescentei a ida ao Sogo Shopping (Rua Galvão Bueno, 40), onde "pirei o cabeção" nas nerdices! Queria levar tudo também, mas não dava. Então comprei duas blusas (uma para mim e uma para o namorado) e dois cordões, tudo com a temática de Harry Potter (nem gosto né? rs). 

Em matéria de pontos turísticos, não tem muito o que ver não. Eu destacaria o Jardim Oriental (fica mais ou menos no meio da Rua Galvão Bueno), mas que infelizmente fica fechado durante a semana. Eu não pude entrar por isso, mas dei o truque com a câmera (enfiando pela grade kkk) e consegui tirar uma foto bonita.

Impossível tirar fotos sem poluição visual! As ruas são apertadas e com muita gente e carros. Sempre fica na frente =\
Olha que lindo lá dentro! Pena que não dava para entrar... e a foto só rolava em pé
senão não passava a câmera pela grade rs
Tem também o viaduto que liga as duas partes do bairro, que são "separadas" pela Av. 23 de Maio. Consegui tirar umas fotos bonitas lá. Como tem grafite em diversas partes de SP, facilita a beleza da foto com os contrastes das cores =)



Depois das lojas e dessas fotos aí, eu ainda tinha o Museu da Imigração Japonesa no roteiro, mas como só abria às 13h e eu tava quase roxa de fome, fui caçar um lugar para almoçar. Aqui deixo mais um aprendizado para vocês: NUNCA deixem para procurar onde comer apenas quando já estiver roxa de fome! Eu não me preocupei em pôr um restaurante na minha lista de roteiros porque né, eu ia pra Liberdade e lá deveria ter um de comida japonesa em cada esquina, certo? ERRADO! Eu só tinha anotado o endereço da pastelaria Yoka (que é lá em frente à padaria, bem perto do metrô, mas eu já estava bem longe e ia mais longe ainda porque o museu é quase na outra extremidade) e não fazia ideia de onde comer! 

Por sorte, virei na Rua Tomaz Gonzaga e lá tem vários restaurantes. Só que todos tinham o preço bem puxado para quem só queria almoçar (a maioria era rodízio ou a la carte com valores salgados). Foi aí que passei na frente do Restaurante Fuji e uma promoção me chamou atenção. Entrei e adorei! Atendimento legal, comida gostosinha e com preço bacana. Recomendo!


Por fim, após o almoço, fui para o Museu de Imigração Japonesa (Rua São Joaquim, 381). Ele funciona nos últimos andares da Sociedade Brasileira de Cultura Japonesa. O ingresso é R$ 7 e, infelizmente, não é permitido filmar nem fotografar (ainda que sem flash, eu perguntei) lá dentro. Mas vale o passeio. Eu aprendi coisas que não fazia nem ideia sobre a realidade japonesa aqui no Brasil desde a chegada dos primeiros imigrantes. Juro que cheguei a me arrepiar em algumas partes.




Depois do museu, eu estava morta de cansaço, não aguentava ver mais nada. Minha mochila parecia que pesava uns 300 kg (não levei mala com medo de dar bandeira sozinha, por isso enfiei tudo na mochila. Só que carregar isso tudo nas costas para cima e para baixo não foi legal. As alças esfolaram meu ombro e ainda acrescentei o peso do que comprei para carregar. Foi maluquice, quase morri de cansaço, mas não me arrependo! Só planejem uma mochila melhor se forem fazer o mesmo, de preferência com alças acolchoadas rs). Então comprei um melona (picolé famoso por lá) e voltei para ir de metrô até a rodoviária onde deveria pegar o ônibus para Santos (que é outra, não a mesma que cheguei do RJ). 

Como ainda faltava tempo para o horário da passagem que eu tinha comprado adiantada, troquei para uma horário mais cedo no guichê e parti para Santos! No próximo post sobre a viagem eu conto como foi por lá! E aqui está uma foto do que comprei na Liberdade:


Ficou enorme o post, mas espero que tenham curtido. E aí, já foram à Liberdade? Gostam de lá? Me contem! 
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